O sonus vivente: fenomenologia da voz sem corpo

Autori

Parole chiave:

Eco, Ser-linguagem, Fenomenologia da voz, Iterabilidade

Abstract

Este ensaio examina o ser-linguagem da ninfa Eco a partir de uma articulação entre a fenomenologia heideggeriana da linguagem como acontecimento e a teoria das esferas de Peter Sloterdijk. Partindo do castigo de Juno, lido como ato de proscrição semiótica que retira de Eco a iniciativa enunciativa sem extinguir sua existência vocal, o ensaio percorre quatro movimentos analíticos: a aporia do caminho-para-a-linguagem sem origem própria; a configuração tensiva de um ser cuja intensidade é máxima e cuja extensidade é inteiramente determinada pelo outro; a fenomenologia da voz sem corpo como câmara de ressonância infraestrutural.

 

Biografia autore

Daniel Perico Graciano, Universidade Federal de São Carlos

Pesquisador na Universidade Federal de São Carlos, SP, Brasil.

Riferimenti bibliografici

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Pubblicato

2026-10-29

Fascicolo

Sezione

Artigos